O trágico falecimento de Juliana Marins, brasileira de 26 anos que caiu de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, em junho de 2025, despertou comoção nacional e reacendeu uma discussão urgente: qual o papel do seguro viagem em situações de emergência?

A pergunta que muitos fizeram foi: Juliana Marins tinha seguro viagem?

Até o momento, não há confirmação oficial. No entanto, a grande dificuldade que sua família enfrentou para repatriar o corpo ao Brasil sugere que ela pode não ter contratado um plano com cobertura para repatriação sanitária, o que tornaria o processo menos doloroso e custoso.

Por que o governo brasileiro não ajudou de imediato?

A dor da perda se agravou com a notícia de que o governo brasileiro, por lei, não custeava o traslado de corpos de cidadãos falecidos no exterior. Essa diretriz estava estabelecida no Decreto nº 9.199/2017, que limitava a assistência consular brasileira e excluía expressamente o pagamento de despesas com sepultamento ou repatriação.

“A assistência consular não incluirá o custeio com despesas funerárias ou traslado de corpos, exceto em situações excepcionais.”
Trecho do Decreto nº 9.199/2017

Dessa forma, a família de Juliana teve que recorrer a vaquinhas virtuais, campanhas públicas e apoio de amigos para viabilizar o traslado do corpo de volta ao Brasil, um processo que pode custar entre US$ 7 mil e US$ 15 mil dólares (mais de R$ 80 mil reais, dependendo do país).

Quanto custa repatriar um corpo?

A repatriação sanitária, nome técnico para o traslado internacional de corpo, envolve diversos custos, que incluem:

  • Remoção do corpo até o hospital ou IML local

  • Preparação do corpo e documentação legal

  • Emissão de atestados e autorizações de transporte

  • Compra de urna funerária adequada para transporte aéreo

  • Custos com transporte até o aeroporto

  • Embarque internacional com empresa aérea autorizada

  • Despesas com trâmites consulares

  • Transporte até a cidade de destino no Brasil

O valor total? Em média, entre US$ 7 mil e US$ 15 mil dólares, podendo ultrapassar R$ 80 mil reais dependendo do país e da logística necessária.

E tudo isso precisa ser resolvido em um momento de dor, choque e urgência emocional.

A mudança após a tragédia: EXCEÇÕES agora são permitidas

A comoção nacional causada pelo caso de Juliana Marins levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a revogar o decreto anterior e editar uma nova norma. A partir de então, o governo brasileiro poderá custear o traslado de corpos de cidadãos falecidos no exterior em situações excepcionais, desde que atendidos critérios como:

  • Comprovação de insuficiência financeira da família

  • Ausência de seguro ou contrato de trabalho com cobertura internacional

  • Falecimento em circunstâncias que gerem comoção pública

  • Disponibilidade orçamentária e financeira do governo no momento

A nova medida representa um avanço humanitário, mas é importante lembrar: não se aplica a todos os casos, depende de análise individual e da burocracia envolvida. E nem sempre o tempo de resposta é compatível com a urgência emocional da situação.

Seguro viagem não é só exigência: é cuidado real

Um erro comum de muitos viajantes é ver o seguro viagem apenas como uma exigência de imigração. Mas a verdade é que ele é uma rede de apoio emocional, médica, financeira e legal em momentos de crise tanto para quem viaja quanto para quem fica.

Empresas especializadas parceiras Beeducation oferecem planos com:

  • Cobertura para repatriação sanitária (morte ou emergência médica)

  • Despesas médicas e hospitalares

  • Atendimento 24h em português

  • Cobertura para extravio de bagagem e cancelamento de voo

  • Assistência jurídica internacional

  • Planos específicos para esportes radicais e trilhas

Com um seguro bem contratado, em vez de dor e desespero, a família teria ao seu lado uma equipe experiente cuidando de todo o processo.

Conclusão: Viaje protegido. Por você e por quem ama você.

A pergunta que dá título a este artigo “Juliana Marins tinha seguro viagem?” jamais deveria precisar ser feita. Em um mundo ideal, ninguém embarcaria para outro país sem essa proteção básica.

Mas o que essa história nos ensina é que viajar com responsabilidade é um ato de cuidado coletivo. Quando você contrata um seguro, não está pensando apenas em si, mas nas pessoas que você ama e que teriam que enfrentar o mundo, literalmente, caso algo aconteça.

Se você está planejando um intercâmbio, uma viagem de aventura, férias ou um mochilão, converse com a Nati da Beeducation. Vale reforçar que por aqui, na Beeducation Intercâmbio, orientamos todos os nossos estudantes a nunca viajarem sem um plano de assistência internacional completo, que inclua repatriação sanitária e atendimento emergencial… Porque imprevistos acontecem. E estar preparado é necessário.

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